Como comenta o doutor Vinicius Tadeu Sattin Rodrigues, a dor nas mamas é uma das queixas mais frequentes nos consultórios, gerando uma insegurança compreensível no momento de realizar o rastreamento compressivo. Muitas mulheres temem que o exame agrave o quadro doloroso, mas é precisamente a avaliação radiológica que trará a resposta definitiva para descartar patologias graves e tranquilizar a paciente.
Se você sofre com dores constantes ou cíclicas e precisa realizar o seu acompanhamento, este artigo explica como o procedimento pode ser conduzido com o máximo de suavidade. Continue a leitura para descobrir como a visão técnica transforma a experiência de quem convive com a sensibilidade mamária em um processo seguro e suportável!
Mamografia em pacientes com mastalgia: Diferenciando a dor do risco clínico
A mastalgia, ou dor mamária, pode ser classificada como cíclica, quando relacionada ao período menstrual, ou não cíclica, podendo ter origens diversas, desde alterações hormonais até causas extramamárias. Na grande maioria dos casos, a dor não está associada ao cancro de mama, mas sim a alterações funcionais benignas.

No entanto, para Vinicius Tadeu Sattin Rodrigues, a realização da mamografia é indispensável para pacientes com dor persistente, especialmente se houver um ponto de dor localizado e fixo. O objetivo técnico é assegurar que não existam lesões ocultas que, embora raras como causa única de dor, precisam de ser excluídas através da imagem de alta resolução.
Abordagem técnica e tecnologias que auxiliam na redução do desconforto
Para as pacientes que apresentam mastalgia, a escolha do equipamento e da técnica de compressão é um diferencial decisivo. Segundo Vinicius Tadeu Sattin Rodrigues, os mamógrafos digitais modernos possuem sistemas de compressão estabilizada que ajustam a força de acordo com a resistência do tecido, evitando pressões excessivas.
O uso de acessórios como protetores de compressão radiotransparentes pode ajudar a distribuir a força de forma mais suave sobre a pele sensível. A tomossíntese mamária também pode ser uma aliada, pois ao oferecer imagens em fatias, pode, em certos protocolos, exigir uma compressão ligeiramente menor para obter clareza diagnóstica em comparação com a tecnologia analógica antiga.
O papel do diagnóstico por imagem na tranquilidade da paciente
A conclusão de uma mamografia normal em uma paciente com mastalgia possui um efeito terapêutico significativo. Como alude o doutor Vinicius Tadeu Sattin Rodrigues, a exclusão de malignidade através do exame de imagem é, muitas vezes, o principal fator de alívio da dor, dado que o componente emocional e o medo da doença podem exacerbar os sintomas físicos.
O relatório deve ser claro e detalhado, traduzindo a normalidade de forma a dar segurança à paciente e ao seu médico assistente. A jornada da paciente com dor termina quando a ciência confirma que o seu corpo está saudável, permitindo que ela foque em medidas de conforto e estilo de vida para gerir a sensibilidade mamária.
A mamografia em pacientes com mastalgia não deve ser um motivo de sofrimento, mas sim de solução
A medicina moderna oferece recursos técnicos e humanos para que o desconforto seja minimizado e a precisão, seja maximizada. Como pontua Vinicius Tadeu Sattin Rodrigues, a dor é um sinal que merece atenção, mas o diagnóstico é a ferramenta que traz a paz. Ao procurar centros que aliam tecnologia de ponta a um atendimento acolhedor, a mulher com sensibilidade mamária garante que a sua saúde seja monitorada com a delicadeza que o seu caso exige. A prevenção continua a ser a prioridade, e realizá-la com o suporte de profissionais qualificados é o caminho mais curto para a longevidade e a qualidade de vida.
Autor: Michael Davis