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Pensando em ingressar numa recuperação judicial? Veja como montar um plano eficiente

Michael Davis
Michael Davis outubro 15, 2025
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Rodrigo Gonçalves Pimentel mostra como elaborar um plano de recuperação judicial sólido para garantir a reestruturação e a continuidade dos negócios.
Rodrigo Gonçalves Pimentel mostra como elaborar um plano de recuperação judicial sólido para garantir a reestruturação e a continuidade dos negócios.
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Montar um plano de recuperação judicial eficiente é um dos maiores desafios enfrentados por empresas em crise. Isto posto, conforme destaca o Dr. Rodrigo Gonçalves Pimentel, sócio do escritório Pimentel & Mochi Advogados Associados, a clareza das propostas e a viabilidade das medidas apresentadas são fatores essenciais para conquistar a aprovação dos credores e a homologação pelo Judiciário. 

Contents
O que é um plano de recuperação judicial?Os principais elementos de um plano eficienteComo estruturar um plano de recuperação judicial?Passos práticos para montar um plano viávelQuais erros devem ser evitados na elaboração do plano?A recuperação judicial como uma oportunidade de reestruturação

Portanto, mais do que uma obrigação legal, a boa estruturação desse documento representa a chance real de reorganizar as finanças, manter empregos e preservar a atividade empresarial. Com isso em mente, continue a leitura e veja como transformar esse instrumento em um verdadeiro caminho de reestruturação sustentável.

O que é um plano de recuperação judicial?

De acordo com o Dr. Rodrigo Gonçalves Pimentel, o plano de recuperação judicial é um documento formal que a empresa apresenta ao Judiciário após ingressar com o pedido de recuperação. Nele, são descritas as medidas práticas para reorganizar dívidas, prazos e condições de pagamento, além de estratégias para manter a operação viável.

Com a orientação de Rodrigo Gonçalves Pimentel, descubra as etapas para montar um plano de recuperação judicial eficiente e realista para sua empresa.
Com a orientação de Rodrigo Gonçalves Pimentel, descubra as etapas para montar um plano de recuperação judicial eficiente e realista para sua empresa.

Na prática, trata-se de um roteiro detalhado que deve convencer credores de que a empresa tem condições de superar a crise e continuar produzindo. Segundo o Dr. Lucas Gomes Mochi, também sócio do escritório, esse plano deve equilibrar o interesse da empresa em se recuperar com a segurança dos credores em receber seus créditos, mesmo que em condições diferenciadas.

Os principais elementos de um plano eficiente

Um bom plano de recuperação judicial não pode ser apenas uma lista de intenções. Ele deve ser objetivo, fundamentado em dados reais e contemplar a realidade financeira do negócio. Assim sendo, esse documento precisa ser redigido de forma clara, transparente e com projeções factíveis, evitando promessas impossíveis de cumprir, como enfatiza o Dr. Lucas Gomes Mochi.

Entre os principais pontos, destacam-se: detalhamento das dívidas, proposta de pagamento, prazos, formas de reestruturação e estratégias para retomada de crescimento. Tendo isso em vista, cada elemento deve ser construído com base em análise contábil, financeira e jurídica minuciosa.

Como estruturar um plano de recuperação judicial?

A estruturação do plano deve seguir uma lógica que seja compreensível tanto para os credores quanto para o Judiciário. Em muitos casos, a confusão de termos técnicos e propostas mal explicadas prejudica a credibilidade do documento. Isto posto, o Dr. Rodrigo Gonçalves Pimentel recomenda que a linguagem seja acessível, mas sem perder a formalidade, e que cada medida seja acompanhada de justificativas plausíveis. Para empresários e produtores rurais, isso significa apresentar dados de mercado, projeções de safra, contratos em andamento e perspectivas reais de faturamento.

Passos práticos para montar um plano viável

Antes de avançar para a elaboração final, é fundamental seguir alguns passos que aumentam a chance de aprovação do plano de recuperação judicial:

  • Mapeamento completo das dívidas: identificar todos os credores, os valores devidos, prazos e garantias vinculadas.
  • Projeções financeiras realistas: apresentar cálculos de fluxo de caixa e estimativas de receita compatíveis com a realidade do setor.
  • Definição clara dos prazos e condições de pagamento: especificar descontos, carências e parcelamentos de forma objetiva.
  • Estratégias de retomada da atividade: apontar investimentos necessários, reorganização administrativa ou diversificação da produção.
  • Plano de comunicação com stakeholders: indicar como será feita a gestão da imagem da empresa perante fornecedores, clientes e mercado.

Seguir essas etapas ajuda a transmitir confiança e aumenta a possibilidade de aprovação pelos credores. De acordo com o núcleo de Recuperação Judicial do escritório Pimentel & Mochi, a credibilidade é tão importante quanto a viabilidade econômica.

Quais erros devem ser evitados na elaboração do plano?

Por fim, muitos planos fracassam porque ignoram pontos básicos. Entre os erros mais comuns estão a ausência de dados confiáveis, promessas de pagamento irreais e falta de medidas concretas de reorganização. Dessa maneira, empresas que não demonstram clareza ou transparência acabam tendo seus planos rejeitados, o que pode levar à falência.

Portanto, não se trata apenas de “ganhar tempo”, mas de oferecer um projeto sério de reestruturação, conforme frisa o Dr. Rodrigo Gonçalves Pimentel. Tendo isso em vista, a transparência é a chave para manter a confiança dos credores, que são, em última análise, os responsáveis por aprovar o plano em assembleia.

A recuperação judicial como uma oportunidade de reestruturação

Em conclusão, um plano de recuperação judicial eficiente é mais do que uma exigência legal: é uma oportunidade de reorganizar a empresa e abrir caminhos para um futuro sustentável. Para isso, é necessário planejamento, transparência e apoio jurídico estratégico. Assim sendo, o sucesso desse processo depende da união entre uma gestão responsável, um suporte jurídico especializado e uma viabilidade prática. Logo, quando bem elaborado, o plano não apenas salva a empresa, mas também preserva empregos, protege fornecedores e mantém viva a atividade econômica.

Autor: Michael Davis

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